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Único na oposição, deputado defende candidatura própria do PL em MS

Publicada em: 09/04/2025 09:32 - Destakms.com.br

O deputado estadual João Henrique Catan (PL), único deputado de oposição ao Governo do Estado na Assembleia Legislativa, defende candidatura própria do Partido Liberal para o Governo do Estado.


“Não podemos errar e temos lideranças boas dentro do partido, bons quadros a serem apresentados. Teremos um embate muito sério em 2026 para o Senado. Não podemos permitir aproveitadores que venham aí e sufoquem candidaturas de senado, governo, deputados estaduais, federais, como sufocaram nossas candidaturas em Campo Grande e cidades do interior. O PL teria outro tamanho”, opinou, na rede social.


O PL não lançou nenhum candidato ao Governo do Estado e espera a confirmação da filiação de Reinaldo Azambuja, que pode ser candidato ao Senado pelo partido. Por enquanto, Bolsonaro tem citado apenas a vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL), como pré-candidata do partido ao Senado.


O acordo do PL com o PSDB deve inviabilizar a candidatura do partido ao Governo do Estado, embora algumas lideranças entendam que a sigla precise lançar candidato próprio. Alguns, inclusive, torcem para que Reinaldo Azambuja não cumpra a promessa de filiação, para que o partido lance candidato próprio.


João Henrique apoiou Capitão Contar na eleição para o Governo do Estado, em 2022, mesmo com o partido e o próprio Jair Bolsonaro (PL) aliados ao PSDB. No ano passado, chegou a lançar o nome dele como pré-candidato a prefeito, mas foi barrado, assim como os demais filiados ao partido, após acordo de Bolsonaro com Reinaldo Azambuja para apoiar Beto Pereira (PSDB).


No segundo turno, João Henrique não seguiu com a maioria do partido, que declarou apoio a Adriane Lopes (PP), e pediu votos a Rose Modesto (União) na Capital.


Na rede social, ele também criticou a ausência de Riedel no evento de Bolsonaro na Paulista. Na avaliação dele, o governador não compareceu para evitar problemas com o PT. Ele acredita que tudo não passa de uma “jogada ensaiada” para enforcar o PL. “Falam que se enfrentaram, depois nomeiam o PT tudo de novo”, avaliou.

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