Os líderes políticos do PSDB e MDB serão responsáveis por tentarem garantir acordo entre PSDB e MDB para as eleições do próximo ano. A tentativa de entendimento será conduzida por caciques dos dois partidos:
“Estudaremos caso a caso. Quem estudará do lado de lá? Reinaldo (ex-governador Reinaldo Azambuja) e Sérgio de Paula, e do lado de cá? André e Moka (ex-senador Waldemir Moka)”, justificou André Puccinelli.
O ex-governador explica que o acordo foi feito durante a reunião de aproximação entre as duas siglas, na casa de Simone Tebet (MDB), onde o PSDB pediu apoio para o governador Eduardo Riedel na reeleição de 2026.
“Queremos apoio para a reeleição do Riedel. Tá bom, mas a reeleição do Riedel é em 2026. E como construímos isso? Nós apoiamos, mas o que, no decorrer dos tempos. nós teremos. Nos propusera: sentaremos, se possível, nos 79 municípios para discutir os 79 municípios. O André abre mão para o Beto? Ou Beto abre mão para o André. Ou melhor, o MDB abre mão para o PSDB apresentando vice ou MDB abre mão. Se não houver acordo, respeita-se, até porque em Campo Grande tem segundo turno”, detalhou.
O ex-governador ressalta que nos 78 municípios que não terá segundo turno a discussão será feita caso a caso, respeitando locais onde não será possível entendimento. Ele cita como exemplo o caso de Aquidauana, onde o MDB apoio o PSDB em duas eleições e esperava retribuição agora, o que não será possível. “Descumpriram acordo e qual a compensação para um município do porte de Aquidauana?”, inadgou.














