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MDB prioriza ex-senador e deixa candidato de Dourados na berlinda

Publicada em: 12/09/2022 10:40 - -destakMS

A distribuição dos recursos do fundo partidário está dando o que falar em Mato Grosso do Sul em praticamente todas legendas. O problema está na priorização de candidaturas em detrimento de outras, o que vem gerando insatisfação generalizada.

Nesta segunda-feira (12), por exemplo, o site Rio Brilhante em Tempo Real publicou matéria demonstrando que em Mato Grosso do Sul, o MDB através de articulação do ex-ministro Carlos Marun, junto ao presidente do partido Baleia Rossi e ao ex-presidente da República, Michel Temer, dará “prioridade ao que eles definem como ‘puxadores de voto ou do staff político, ou seja o clã”.

“O candidato a deputado federal (do MDB) que declarou ter a maior quantidade de recursos para gastar nestas eleições até agora é Waldemir Moka. O ex-senador e ex-deputado federal, atualmente sem mandato, usará R$ 2,5 milhões do ‘fundão’ para tentar voltar à Câmara dos Deputados, enquanto isso, o candidato Carlos Bernardo, empresário e CEO da maior Universidade do Paraguay ganhou R$ 0,00 do partido”.

Por hora, Carlos Bernardo declarou despesas de R$ 300 mil, mas tendo como origem recursos próprios. O empresário reside em Dourados há cinco anos e não se manifestou publicamente sobre ter sido preterido pela cúpula partidária.

Em Dourados, a discrição do empresário do setor educacional contrasta com problemas verificados no União Brasil, com saia justa no diretório, e no PT, com reclamações em grupos de aplicativos de mensagens.

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